quinta-feira, 26 de abril de 2012

vale do aço / CENIBRA












Exportações de celulose caem 7,1% em março
As exportações brasileiras de celulose recuaram 7,1% em março de 2012, na comparação com igual mês do ano passado, para 741 mil toneladas, conforme dados divulgados nesta quinta-feira pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). No trimestre, houve recuo de 0,6% nas exportações do produto, para 2,166 bilhões de toneladas, ante igual período de 2011.

As importações de celulose recuaram 13,5% em março sobre o mesmo mês de 2011, para 32 mil toneladas. No trimestre, houve recuo de 3% nas importações, para 96 mil toneladas.

A produção de celulose caiu 1,7% em março deste ano ante março de 2011, para 1,198 bilhão de toneladas. No trimestre, a produção caiu 0,7%, para 3,524 bilhões de toneladas. Já as vendas domésticas de celulose cresceram 3,7% no mês passado sobre março de 2011, para 141 mil toneladas; no trimestre, subiram 4,4% ante igual período de 2011, para 403 mil toneladas.

O consumo aparente de celulose cresceu 6,8% em março de 2012, para 489 mil toneladas; no período de janeiro a março deste ano, caiu 1%, para 1,454 bilhão de toneladas.

fonte: http://www.istoedinheiro.com.br

vale do aço / AÇOS PLANOS



Compra e venda de aços planos avançam 10% em março
Apesar de alta mensal, comparativo com mesmo período do ano passado aponta queda de quase 17% nas compras e de 1% nas vendas

De acordo com dados divulgados pelo SINDISIDER (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos), as compras de aços planos realizadas pelos distribuidores associados ao INDA (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço) avançaram, em março, 10,9% quando comparadas ao mês anterior, atingindo o volume de 389,8 mil toneladas. Frente ao mesmo período do ano passado, as compras do produto das usinas siderúrgicas recuaram 16,9% (468,9 mil toneladas).

Quanto às vendas de produtos siderúrgicos, a entidade registra o aumento de 10,4% no mês, passando de 343,6 mil toneladas comercializadas em fevereiro, para 379,3 mil toneladas em março de 2012. Porém, quando comparadas a março do ano passado, as vendas da rede associada também apresentaram recuo, de 0,9%.

Apesar do crescimento na compra e venda de aço pelos distribuidores ante o mês anterior, os estoques de março registraram leva alta de 1% em seus volumes, atingindo o montante de 1016,4 mil toneladas. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior (1192,2 mil toneladas), o armazenamento recuou 14,7%. Com isso, o giro dos estoques também caiu, para 2,7 meses.
IMPORTAÇÕES

A importação de aço plano comum, realizada pelo mercado brasileiro, encerrou março com recuo de 3,1% em relação ao mês anterior, atingindo um total de 149,4 mil toneladas contra 154,2 mil toneladas de fevereiro de 2012. Quando comparada a março do ano anterior (134,2 mil toneladas), as importações registraram volumes 11,3% maiores. No acumulado do ano, a compra de aço no mercado externo avançou 18,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

"O setor já sente os efeitos do aumento das importações, com queda de 1,9% nas vendas no acumulado, em comparação com o mesmo período do ano passado. O avanço no balanço mensal, ante fevereiro, era esperado, principalmente em decorrência do maior número de dias úteis, visto que o mês passado recebeu o Carnaval", explica Carlos Loureiro, presidente do SINDISIDER. "Considerando esse cenário, nossas estimativas para abril são de queda, da ordem de 10%, tanto para compra quanto para venda", completa.
SINDISIDER

Entidade legalmente constituída e sem fins lucrativos, o SINDISIDER tem o objetivo de defender os interesses das empresas distribuidoras e revendedoras de produtos siderúrgicos. Além de representar este segmento frente aos órgãos do governo, o sindicato atua, ao lado do INDA – Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço –, no desenvolvimento, fortalecimento e aumento da competitividade de pequenas, médias e grandes empresas distribuidoras e revendedoras de aço no Brasil. O SINDISIDER possui sede em São Paulo e regionais em Belo Horizonte e Porto Alegre.


fonte:http://www.metalica.com.br

vale do aço / VALE








Apesar de resultado decepcionante, Vale diz que usará todo o capex do ano
SÃO PAULO - Apesar do resultado trimestral da Vale(VALE3, VALE5) não ter agradado ao mercado, os diretores da companhia tentam acalmar os investidores ao dizerem que, apesar dos números mais fracos que o estimado pela própria empresa no primeiro trimestre, os planos para o ano estão mantidos.
"Esperamos concluir totalmente o capex (investimentos em bens de capital) no ano", disse Galib Chaim, diretor-executivo de implantação de projetos de capital da mineradora, em teleconferência com analistas. Conforme anunciado em novembro do ano passado, amineradora projeta investir US$ 21,4 bilhões nesse ano.
"Vamos gastar o que anunciamos, provavelmente até mais, porque o cenário que estamos trabalhando foi revisto nesses dias", complementou o diretor-presidente da companhia, Murilo Ferreira. O executivo também disse que, se os investimentos não atingirem 100% do capex, o montante retornaria aos acionistas sob a forma de dividendos, apesar que falar sobre isso seria "muito prematuro", alerta.

vale do aço / TERRAS RARAS











EXPLORAÇÃO DE TERRAS RARAS PODE TER NOVO MARCO REGULATÓRIO


A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática poderá criar uma subcomissão para avaliar a criação de um novo marco regulatório para a exploração dos minérios de terras raras. A sugestão foi apresentada pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC) ao final de audiência pública sobre o tema, realizada ontem.


Luiz Henrique disse que o Brasil dispõe de reservas conhecidas de terras raras, utilizadas para a produção de equipamentos eletrônicos como tablets e telefones celulares.


"Temos as reservas, mas não transformamos as commodities em produtos de alto valor agregado. O domínio de todo o processo de produção, com a mineração, a separação dos materiais e a produção representa um grande desafio para nosso país", afirmou Luiz Henrique.


Na abertura da reunião, o presidente da comissão, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), observou que o Brasil é hoje um grande importador de terras raras. Em sua opinião, porém, o País tem condições de reverter essa situação, uma vez que conta com amplas reservas em estados como Minas Gerais e Amazonas.


Atualmente, a China responde por 97% da produção de minérios de terras raras, como informou na audiência o empresário João Carlos Cavalcanti. Ele disse ter encontrado na Bahia ambiente geológico similar ao de uma grande mina de terras raras localizada na China. O diretor do Centro de Tecnologia Mineral do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, Fernando Lins, afirmou que o Brasil tem potencial para "voltar a ser um ator importante" na pesquisa e produção de terras raras.


Ele lembrou que o País já teve um importante corpo de pesquisadores nessa área e recomendou novo esforço de formação de recursos humanos. Também ressaltou a importância de se olhar para toda a cadeia de produção, para que não se exporte apenas a matéria-prima.


A necessidade de formação de novos técnicos também foi ressaltada pelo chefe do Departamento de Recursos Minerais da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais e Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Francisco Silveira.


Ele informou que existe no Brasil um "cenário geológico muito promissor" para a produção de minérios de terras raras, mas lembrou que muitos técnicos do setor estão se aposentando.


Na década de 1950, o Brasil encontrava-se "no topo do mundo" no que diz respeito à separação dos minerais de terras raras, como afirmou Alair Veras, representante das Indústrias Nucleares do Brasil (INB). No momento, porém, o País -"infelizmente"- não produz os sofisticados equipamentos que utilizam esses minérios, lamentou.

DCI - São Paulo

vale do aço / MINERAÇÃO












Engenheiro mineiro é novo presidente do Ibram



O vice-governador Alberto Pinto Coelho participou, na noite dessa terça-feira (24), em Brasília, do ato de apresentação do novo diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), José Fernando Coura. Natural de Dom Silvério e formado na Escola de Minas de Ouro Preto, parte de seus familiares residem em Ipatinga.

A indicação do engenheiro mineiro para o cargo ocorreu em 20 de março em reunião do Conselho Diretor do instituto. O novo diretor-presidente tem formação complementar em programas de Planejamento Estratégico, Gestão Industrial, Tecnologia e Especialização em Economia Mineral. Ele exerceu o cargo de Secretário de Estado Adjunto de Minas e Energia de Minas Gerais e tem vasta experiência profissional em Minas Gerais e no Pará. Atualmente, exerce ainda a vice-presidência da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG e a presidência do Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais – Sindiextra.

Em seu pronunciamento, Alberto Pinto Coelho salientou que a mineração transcende o antigo estereótipo de ser uma indústria meramente extrativista, primária. “Já é tempo de transcender uma visão colonizada que herdamos da pequena história, cheia de preconceitos nacionalistas. É hora de ingressarmos na grande história, na qual a mineração se faz presente como mola propulsora do desenvolvimento nacional. A atividade mineral sustenta o saldo da balança comercial brasileira, respondendo por 30% de suas transações e participando com 5% da formação do Produto Interno Bruto – o nosso PIB”, observou.

De acordo com projeções do Ibram, nos próximos cinco anos o setor mineral receberá investimentos de US$ 68,5 bilhões. José Fernando Coura destacou que o Ibram será protagonista no que diz respeito ao novo marco regulatório mineral brasileiro. “Seremos protagonistas na criação da Agência Nacional de Mineração, com dotação orçamentária própria, presente em todo o território nacional, e com autonomia administrativa. Estamos dispostos a sentar à mesa, dialogar e buscar soluções que posso atender aos municípios, a União, os Estados e a indústria mineral”, afirmou o presidente do Ibram.

Participaram da solenidade os secretários de Estado de Governo, Danilo de Castro, e de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, Gil Pereira.
fonte:http://www.jornalvaledoaco.com.br