quinta-feira, 3 de maio de 2012

vale do aço / VALE




Vale tem US$ 7,7 bilhões de investimentos em projetos na África

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, afirmou hoje que a empresa tem em sua carteira US$ 7,7 bilhões de investimentos em projetos em nove países africanos. Durante participação em seminário no BNDES, que tem a África como tema, o executivo ressaltou a importância do continente africano na estratégia da Vale e salientou que a região deve continuar a receber atenção da empresa.

Alguns segmentos citados por Ferreira, que estão recebendo e devem continuar a ter recursos da empresa, na África, são as áreas de cobre e de carvão. Para ele, esses segmentos têm potencial de crescimento de negócios da Vale no continente africano. “Nosso investimento, por exemplo, em Moçambique é altíssimo, equivale a um terço do PIB daquele país”, ressaltou.

Mas o executivo fez questão de ressaltar que a Vale não pretende chegar à África com postura “imperialista”. “Queremos chegar de forma sustentável, ampliada, com responsabilidade social”, afirmou.

Ferreira declarou ainda que a companhia tem interesse em ajudar na formação da mão de obra e contribuir com empreendedores locais para criar e desenvolver rede de fornecedores para os projetos da empresa no continente africano.

vale do aço / MINERAÇÃO


Setor vai investir cerca de US$ 75 bi até 2016, prevê Ibram

O setor de mineração no Brasil deverá investir US$ 75 bilhões de 2012 a 2016, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) divulgado nesta quarta-feira. O valor, segundo a entidade, é recorde e representa um aumento de 9,5% em relação à programação anterior (2011-2015). Conforme o Ibram, o maior interesse em projetos minerais reflete o cenário de demanda aquecida por minérios, além dos preços elevados dos insumos. A entidade destacou que, no ano passado, a Produção Mineral Brasileira (PMB) atingiu US$ 50 bilhões e deverá crescer 10% neste ano. Ainda no ano passado, as exportações de minério de ferro representaram cerca de 81% das exportações totais de minérios.

fonte:DCI

quarta-feira, 2 de maio de 2012

vale do aço / ACELORMITTAL





ArcelorMittal foca Brasil e Canadá


A ArcelorMittal, a maior produtora mundial de aço, está focando seus investimentos no Brasil, Canadá e Libéria, enquanto a índia, onde tem havido pouca tração nos três projetos de grande escala voltados para o aço, não aparece como destino de investimentos elevados.
"Nossos investimentos estão focados, atualmente, na expansão de nossas minas existentes de minério de ferro e alguma expansão de capacidade em aço no Canadá, Brasil e Libéria", disse ontem o presidente Lakshmi Mittal. "Consumimos e compramos muito minério de ferro, Lakshmi Mittal Presidente da ArcelorMittal então estou buscando áreas onde podemos expandir nossas operações de mineração a custos baixos e de forma que agregue valor ao nosso negócio. Então, temos investimentos importantes no Canadá e continuamos investindo no Brasil e na Libéria", acrescentou.
Ele disse que a índia, embora permaneça prioridade elevada para a empresa como um importante país emergente, está abaixo na lista de países nos quais está investindo atualmente. "Capital é escasso e na índia, para quatro de nossos projetos existentes, os processos regulatórios ainda estão tramitando", disse Mittal. "Sinto-me mal e um pouco preocupado", disse ele sobre três dos projetos na índia. "Mas não há forma para que eu ignore a índia e não estou desistindo dos projetos".
Ele argumenta que a "taxa anual de crescimento de 7% a 7,5% da índia é alta e motivo de inveja para o resto do mundo".
O executivo afirmou ainda que a ArcelorMittal não está excessivamente preocupada sobre a desaceleração em escala global da demanda por aço. "Aço é um setor Cíclico. Mas, mesmo agora, o consumo aparente de aço global está se mantendo a uma taxa anual de crescimento de 4%".

fonte:Jornal do Commercio

vale do aço / USIMINAS / USIMINAS MECÂNICA









Setor metal-mecânico no Vale do Aço encontra solução para crise

Em algumas empresas, registro de crescimento de até 30% nas vendas
Novos contratos não param de chegar numa indústria de Ipatinga. Com 17 anos, a empresa do ramo metal-mecânico tem 350 funcionários. Nos últimos dois anos, registrou crescimento de 30%. E hoje atende clientes no Brasil inteiro.

A diversificação de clientes foi decisiva para o bom momento da indústria metal-mecânica no Vale do Aço. Cenário oposto ao vivido pela Usiminas. No primeiro trimestre deste ano, a siderúrgica amargou um prejuízo de R$37 milhões. A Usiminas Mecânica, empresa ligada ao grupo, demitiu 200 funcionários recentemente.

Segundo o economista Sérgio Pires, o desempenho é reflexo de um mau momento do setor no Brasil, e se deve a fatores como a crise econômica na Europa e nos Estados Unidos e à forte concorrência dos produtos chineses.

Muitas indústria dos setor metal-mecânico do Vale do Aço surgiram para atender siderúrgicas da região. Mas com o passar dos anos, elas concluíram que o melhor era diversificar a produção e começaram a investir na fabricação de peças para outros setores, como o naval e a mineração. Atualmente, no Vale do Aço, existem quase 50 indústrias do ramo e empregam aproximadamente dez mil pessoas. Segundo Anízio Tavares, diretor de uma empresa, alguns fatores impedem uma expansão ainda maior do setor. Mesmo assim, a expectativa é de mais crescimento. Na empresa de Aloísio, a meta é expandir em 12% este ano. Em outra de Ipatinga, 20%.

E muitos empresário dizem: cada vez mais a indústria metal-mecânica do Vale do Aço ultrapassa os limites da região e chega a todo país.


fonte:http://in360.globo.com

vale do aço / VALE





Ex-diretor-presidente da MMX assume cargo na Vale

RIO - A Vale anunciou hoje a entrada de Roger Downey, ex-diretor-presidente da MMX, como novo diretor executivo de fertilizantes e carvão da empresa. Downey irá substituir Eduardo de Salles Bartolomeo que, segundo comunicado da Vale, está deixando a companhia.

Downey saiu da MMX no ano passado, alegando motivos pessoais. Em comunicado, a Vale lembrou que, além da MMX, o executivo já tinha ocupado cargos como diretor de equity research do Banco Credit Suisse de 2005 a 2009; e gerente de marketing estratégico de minério de ferro da Vale, em 2005. O executivo também passou pelas empresas Rio Tinto, CAEMI e Arthur Andersen, continua a nota.